quinta-feira, 2 de março de 2017

É como dançar sobre a arquitetura, Maria Fernanda Silveira


 Criada pelo Instituto Tomie Ohtake em 2013, o Programa Arte Atual é uma plataforma experimental para pesquisas de jovens artistas, em que, a partir de uma questão colocada pelo Centro de Pesquisas e Curadores do Instituto, um grupo de artistas é convidado a criar novos trabalhos.
Na 5ª edição do programa, é como dançar sobre arquitetura, Lia Chaia (Galeria Vermelho), João Castilho (Galeria Zipper) e Jorge Soledar (Portas Vilaseca Galeria) foram convidados a participar; Artistas cujas obras exploram a relação entre corpo e espaço, nos seus aspectos mais íntimos, bem como a relação do corpo com a cidade. 
Jorge Soledar (Porto Alegre, 1979. Vive e trabalha no Rio de Janeiro, RJ), por meio de performance, instalação e fotografia, aborda a mobilidade e a imobilidade física do sujeito frente a arte e as convenções sociais. Ao sujeitar os corpos a dispositivos criados para interação, Soledar explora as possibilidades do conceito de ação compreendendo o publico como parte fundamental de sua obra. Nesta exposição ele questiona as convenções atreladas aos modos de habitar a arquitetura e o espaço institucional da arte. 
Por fim, gostaria de dizer que essa exposição é  muito interessante, de como ele faz a fusão do corpo real com os manequins, evidencia o encontro entre o que esta vivo e o que é inerte, indico para todos que gostam de arte.

Maria Fernanda Silveira, 23 de fevereiro de 2017

Jorge Soledar
Gabinete de roupas/ Kleiderkammern






Exposição:
16 de fevereiro a 23 de abril 2017
terca a domingo, das 11 as 20 horas
entrada gratuita
local - Instituto Tomie Ohtake
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201







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