quinta-feira, 8 de junho de 2017

ACORDOS,DESVIOS OU DIÁLOGOS - AMANDA MEI


 Fui visitar a exposição da Artista plástica Amanda Mei ,          localizada no Complexo Cultural Funarte SP, na galeria Flávio de carvalho sob a curadoria de Paula Borghi.


    Acordos,Desvio ou Diálogos apresenta em sua obra elementos tridimensionais e bidimencionais,construidos pelo homem ou vindos diretamente da natureza.

A artista, se baseia em investigações cientificas e teorias para comprovar a relação de unidade entre homem, matéria e sólidos platônicos( Terra,Ar,Água e Fogo) e sua forma geométricas e matemáticas. 

Ás esculturas presentes na exposição são formadas,por "estrelas abstratas" de papelão revistidas em mineral carbeto de silício que formam  juntos um ambiente energizado semelhante ás grandes estrelas espalhadas pelo sistema solar.



  " O ser Humano é feito de poeira estelar" 
       Carl Sagan


 Recentemente, foi realizada uma pesquisa que comprova os Seres Humanos e ás estrelas  possuem 97% do mesmo tipo de átomos.
O que comprova a percepção do astrônomo Carl Sagan.

Nesta foto a artista buscou integrar o chão com a parede de uma forma que remeta junção entre homem e espaço.






Visitação :

28 de maio a 10 de julho de 2018
De segunda a sexta-feira, Das 10hrs ás 19 hrs
Sabados e Domingos e feriados, das 15hrs ás 19 hrs

Entrada gratuita

Endereço : Alameda Nothmann, 1058 - Campos Elíseos, São Paulo - SP, 01216-001

Telefone : (11) 3227-4236

Consciência Cibernética? - João Ricardo Sant'Anna


A exposição se trata sobre a relação entre arte e tecnologia e como a tecnologia está totalmente influente em nossas vidas. A exposição é composta por dez trabalhos tanto de brasileiros como estrangeiros. O interessante da exposição e mostrar o grande avanço das máquinas e nos força a pensar se em algum dia elas vão conseguir ultrapassar a capacidade do cérebro humano. O que me chamou a atenção é que todas as peça geram uma interação com o individuo sendo assim você se sente imerso na exposição.

A exposição acontece dos 8 de junho à 6 agosto com a entrada franca no espaço do Itaú Cultural localizado na Avenida Paulista número 149. Os horários de terça à sexta é das 9h até as 20h porém a liberado a permanência até as 20h30, nos sábados, domingos e feriados fica das 11h até às 20h.


 














 Auto iris é um projeto brasileiro criado pela Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, as cameras geram uma imagem e através de projetores elas vão alterando a arte na parede ou seja a arte está sempre mudando.
 O Neuro Mirror é uma conceito de três imagens que mostram o passado, o presente e o futuro do visitante. O projeto foi criado por dois austríacos Laurent Mignonney e Christa Sommerer.

 A Obra Café com os Santiagos, preojeto criado pela IBM, mostra a conversa entre Bentinho, Capitu e Escobar do clássico da literatura brasileira Dom Casmurro. O mais interessante sobre está peça é que os três chapéus estão tendo uma conversa e tem a desponibilidade a você interagir nesta conversa através de um tablet. Os chapéus possuem uma inteligencia artificial que gera uma resposta à sua pergunta.

Está obra é o Meta google feita por Pascal Dombis e mostra que o big data criado hoje é tão grande que não conseguimos acompanhar tamanha informação.


 O "Bion"é uma rede de sensoreas criada pelos americanos Adam Brown e Andrew Fagg, está rede se comunica e reage à presença de espectadores.

VIVER, CONVIVER & REVIVER - Giovanna D`Amico

A exposição conta com fotos de pessoas comuns com mais de 55 anos em poses descontraídas e bem autênticas feitas pelo fotógrafo Thomas Baccaro, que percorreu as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre para realizar o projeto.
Abaixo de cada foto tem uma frase dita por elas enquanto faziam os retratos e conversavam com Thomas.
O universo que a mostra traz para o público é a beleza de envelhecer e o saber a idade traz para o ser humano.
O jeito que essas pessoas veem a vida fica claro através das poses e frases ditas por eles. É uma experiência linda e emocionante.

Local: Conjunto Nacional
Data: 06/06/2017 - 17/06/2017
Projeto: Itaú Viver Mais




















quinta-feira, 1 de junho de 2017

Marjorie Duran


A GRAVURA DE LAZAR SEGALL - Poesia da linha e do corte


A exposição traz 35 das cerca de 200 gravuras e xilogravuras de Lasar Segall, pintor lituano radicado no Brasil.
Seu trabalho teve influências do impressionismo, expressionismo e modernismo. Seus temas mais significativos foram representações pictóricas do sofrimento humano. Foi um dos primeiros artistas modernistas a expor no Brasil. 

Suas gravuras retratam especialmente os antagonistas da história do Brasil e da Humanidade. Negros, fugitivos de guerra, emigrantes e o mar, o principal meio que levavam essas pessoas para outros países. Obteve uma paixão muito grande pelo Brasil, boa parte de suas obras são inspiradas em temas brasileiros.


"Tinha somente a convicção de estar enamorado desse país e que a dedicação que eu lhe devotava, era demais profunda e violenta para ser superficial."


Cabeça Negra
1929
Xilogravura


Casal do Mangue 
1929
Xilogravura


Casal do Mangue com Persiana I
1929
Xilogravura


Cabeça de Negro 
1929
Xilogravura


Emigrantes com Lua
1926
Xilogravura


                                                            Emigrantes com Lua, C.
                                                                           1926
                                                                      Ponta Seca


Dois Marinheiros Acompanhados
1929
Ponta Seca


Carnaval, C.
1926
Ponta Seca


A exposição encontra-se no Sesc Santo André, e conta não só com obras plásticas mas também com livros de análises de suas obras, biografias, livros sobre expressionismo no Brasil (sendo ele o precursor das características deste no Brasil).

O resto das obras fica no Museu Lasar Segall,  instalado na casa em que viveu, no bairro da Vila Mariana, onde possui um acervo de cerca de três mil obras de arte.


Sesc Santo André: 
Rua Tamarutaca 302, Via Guimar - Santo André
Exposição de segunda a sexta das 10:00 às 21:00 até o dia 10/06



IN NATURA - LOUISE MORAES

A exposição In Natura é o mais recente projeto do fotógrafo e cineastra Jorge Bodanzky. O artista foca na natureza, junta a fusão entre o figurativo e o abstrato. O fotografo utiliza da foto em movimento e o resultado se aproxima muito de uma pintura, mas por mais que queira buscar o abstrato, não há a minima intenção de se dissociar do real. Muito pelo o ao contrario, o autor procura recriar uma natureza na outra.
A exposição propõe a formação de um público mais atento ao olhar do fotógrafo, abrindo a discussão de como a imagem foi construída.
A exposição reúne 30 imagens produzidas em diversos lugares do Brasil, especialmente na Amozônia, O trabalho dialoga com arte do pintor alemão Gerhard Richter, que parte da fotografia para produzir a pintura, já no caso de Bodanzky, faz o inverso, percorre a pintura para a fotografia.








Curadora: Bruna Callegari 
Patrocínio: Caixa Cultural 

Abertura e visita guiada com o artista: 11 de março, sábado, às 11 horasTemporada: de 11 de março  a 14 de maio de 2017Dias e horários: terça a domingo, das 9 às 19hLocal: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo (SP)
Entrada grátis 









             

Conversas - Fotografias da coleção Bank of America Merrill Lynch


 A exposição que atualmente ocupa o espaço de acesso gratuito do Instituto Tomie Ohtake recebe o simples e objetivo nome de “Conversas”. Não poderia ser mais certeiro: trata-se, de fato, de um grande diálogo entre obras de diferentes autores e propostas completamente distintas, um esforço possivelmente ousado – do ponto de vista da curadoria – pela dificuldade de se produzir uma coerência, um sentido unitário entre as imagens expostas.

“Só é possível falar em história(s) da(s) fotografia(s). Tudo é múltiplo: os começos e invenções do ponto de vista técnico, os pensadores do meio desde o século XIX e suas aplicações – documento científico, identificação policial, celebração de efemérides, experimentação plástica, fato jornalístico -, cada uma com suas demandas, sem falar nas inevitáveis interseções entre elas.”, são as palavras do curador do instituto, Paulo Miyada, acerca das intenções do projeto. Com mais de uma centena de fotos, o acervo do Bank of America Merrill Lynch chama atenção justamente pela capacidade de reunir extremos de estilo, contexto histórico, proposta narrativa e técnica de exposição sem tornar-se vago - os espaços do Tomie Ohtake são sutilmente tomados pela mixagem de coerência e transitoriedade, entre imagens objetivas de retratação histórica e experimentações estéticas, ou retratos formais e fotografias de passagens humanas contemporâneas.

A constante apropriação e ressignificação de formas e procedimentos, afinal, é intrínseca à trajetória da fotografia: é possível utilizar a objetividade fotojornalística para retratar uma reação sentimental ou experimentar mudanças de foco pouco usuais ao enquadrar um monumento histórico; fragmentar, isolar a abrangência das múltiplas abordagens fotográficas reduziria sua complexidade e representaria uma inevitável falha na tentativa de cercá-la historicamente. Conversas acerta e encanta.
Vera Lutter
Rua La Salle, 135
2001 - Impressão em gelatina de prata

Minor White
Dois celeiros e sombra
1956 - Impressão em gelatina de prata

  
Rodney Graham
Carvalho Galês #4
1998 - Impressão em gelatina de prata

Stéphane Couturier
Under den Linden, Berlin
1996 - Cibachrome

Jon Rosenthal
Hasteando a bandeira em Iwo Jima
1945 - Impressão em gelatina de prata

Luc Delahaye
Rendição Talibã
2001 - Impressão cromogênica em cores

Steef Zoetmulder
Van Nelle Tea
1953 - Impressão em gelatina de prata

Alfred Stieglitz
Retrato de Dorothy Norman
1933 - Impressão em gelatina de prata

Ben Gest
Chuck, Alice e Dale
2003 - Impressão a jato de tinta


 
 Narrativas por trás de uma imagem simples.

Thomas Struth
Musee du Louvre 4
1989 - Impressão cromogênica em cores

Thomas Struth
Plateia 4
2004 - Impressão cromogênica em cores


A coleção permanece em cartaz até o dia 11 de junho, gratuitamente, no Instituto Tomie Ohtake. O espaço está localizado na Avenida Brigadeiro Faria Lima, 201, e tem portas abertas entre as terças e os domingos, das 11h00 às 20h. Cobertura realizada por Leonardo Lopes, estudante de Jornalismo da Fundação Armando Álvares Penteado, autor no portal Cinema de Buteco e no blogue Anterioridade, e membro da SBBC - Sociedade Brasileira de Blogueiros Cinéfilos.