A exposição se trata sobre a relação entre arte e tecnologia e como a tecnologia está totalmente influente em nossas vidas. A exposição é composta por dez trabalhos tanto de brasileiros como estrangeiros. O interessante da exposição e mostrar o grande avanço das máquinas e nos força a pensar se em algum dia elas vão conseguir ultrapassar a capacidade do cérebro humano. O que me chamou a atenção é que todas as peça geram uma interação com o individuo sendo assim você se sente imerso na exposição.
A exposição acontece dos 8 de junho à 6 agosto com a entrada franca no espaço do Itaú Cultural localizado na Avenida Paulista número 149. Os horários de terça à sexta é das 9h até as 20h porém a liberado a permanência até as 20h30, nos sábados, domingos e feriados fica das 11h até às 20h.
Auto iris é um projeto brasileiro criado pela Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, as cameras geram uma imagem e através de projetores elas vão alterando a arte na parede ou seja a arte está sempre mudando.
O Neuro Mirror é uma conceito de três imagens que mostram o passado, o presente e o futuro do visitante. O projeto foi criado por dois austríacos Laurent Mignonney e Christa Sommerer.
A Obra Café com os Santiagos, preojeto criado pela IBM, mostra a conversa entre Bentinho, Capitu e Escobar do clássico da literatura brasileira Dom Casmurro. O mais interessante sobre está peça é que os três chapéus estão tendo uma conversa e tem a desponibilidade a você interagir nesta conversa através de um tablet. Os chapéus possuem uma inteligencia artificial que gera uma resposta à sua pergunta.
Está obra é o Meta google feita por Pascal Dombis e mostra que o big data criado hoje é tão grande que não conseguimos acompanhar tamanha informação.






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