Gabriel de Andrade Ruggiero
A exposição Aquilo
que nos une apresenta obras de 28 artistas brasileiros de diversas
gerações, que utilizam a costura e o bordado como expressão poética,
trabalhando com tecidos, linhas e agulhas. Na exposição são apresentadas 40 obras
em que cada um dos artistas expõem as cicatrizes daquilo que foi costurado no
seu íntimo.
A exposição estará aberta até o dia 14 de maio (domingo) na
Caixa Cultural São Paulo, na Praça da Sé.
Cada uma das artes expostas, tem um significado próprio para
o autor, mas dependendo do olhar do espectador, é possível ver que alguns
sentimentos podem ser compartilhados apenas com a obra a sua frente.
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| Josias Benedicto - Soneto (O que nos une), 2015 - 160 x 160 cm |
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| Adriana Varejão - Contingente, 2000 - 40,5 x 28 cm |
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| Emmanuel Nassar - Bandeira, 1999 - 50 x 75 cm |
A obra Bandeira, exposta em Aquilo que nos une, segue sua proposta de que arte é transformação, é tirar de um contexto e dar outro significado
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| Nazareno - Felicidade, 2010 - 40 x 26 cm |
“A dor é uma exigência do corpo para tomarmos consciência.
Ela nos obriga a encarar a realidade, a redescobri-la na sua crueza e assim
criar. É diante da dor sem remédio, do problema sem solução, que surge a
necessidade de algo mais elevado, gerador de arte.” (Isabel Sanson Portella -
Curadora)






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